Exercício 1 - Estudos de Textos Acadêmicos - Victor Hugo Leite

 Tese 1.  Bidô Galvão


GALVÃO, Ana Cristina Filgueira. Atuação e tempo: paisagens de uma atriz / personagem. 2019. 235 f. il. Tese (Doutorado em Artes)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.


A - Forma de organização / Distribuição das partes:


A tese está organizada em 4 capítulos:


O capítulo 1 - Desaparecer de si - constitui-se de um relato de experiência da atriz nomeado Desaparecer de si em 3 partes, em diálogo com as noções de desaparecimento de si, apresentadas pelo antropólogo David Le Breton.


O capítulo 2 - Personagem - constitui-se de um estudo da personagem entremeando as vivências da atriz sobre aquilo que chama de personagem primordial com noções de atuação na contemporaneidade, como teatralidade, performatividade, representação, interpretação, atuação, rizoma, corpo sem órgãos e a personagem como devir.


O capítulo 3 - Mecanismos de Captura - constitui-se de uma observação analítica de um texto de Deleuze sobre a redescoberta do tempo no romance de Marcel Proust, Em Busca do Tempo Perdido, bem como uma apresentação de conceitos de memória, virtual e atual presentes em Bergson, Deleuze e Guattari, em respectivo. Por fim, tece a noção de plano de imanência como paisagem a partir de suas vivências no processo de desaparecimento de si e de acionar personagem primordial.


O capítulo 4 - Personagem primordial - relata e analisa personagens atuadas pela atriz no tempo em processo de desaparecer de si. Entremeia relatos de vivências/trajetória artística em cinema, teatro e televisão e apresenta paisagens para compreensão do surgimento da personagem primordial.


B - Metodologia


A metodologia aplicada consiste na revisão de literatura e análise bibliográfica referentes às noções de desaparecimento de si, memória, atuação/representação/interpretação, personagem, teatralidade, virtual, atual, real, tempo. Outro procedimento metodológico tem relação com a análise e acompanhamento de processos criativos da atriz, que parece-me cartográfica.


C - Análise da bibliografia


Tipos de referências:


72 livros, observando-se que alguns são teses que se transformaram em livro

2 vídeos

2 dissertações


Idiomas: 


Referências integralmente em português.


Referências primárias para a tese:


David Le Breton, Lapoujade, Deleuze, Guattari, Bergson, Renato Ferracini, Josette Féral, Pavis.


BERGSON, Henri. Matéria e Memória -  Ensaio sobre a relação do corpo e do espírito. Tradução de Paulo Neves da Silva. São Paulo: Martins Fontes, 1990.

__________. A evolução criadora. Tradução de Adolfo Casais Monteiro. São Paulo: UNESP, 2010.

DELEUZE, Gilles. Proust e os signos. Tradução de Antônio Carlos Piquet e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.

__________. A imagem-tempo. Tradução de Eloisa de Araújo Ribeiro. São Paulo: Brasiliense, 2013.

__________. A imagem-movimento. Tradução de Sousa Dias. Lisboa: Assírio e Alvim, 2009.

__________. Bergsonismo. Tradução de Luis B. L. Orlandi. São Paulo: Editora 34 Ltda, 2012.

__________. Diferença e repetição. Tradução de Luiz Orlani e Roberto Machado. 1ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2018.

__________. Conversações. Tradução de Peter Pál Pelbart. São Paulo: Editora 34, 2017.

DELEUZE, Gilles; PARNET, Claire. Diálogos. Tradução de José Gabriel Cunha. Rio de Janeiro: Relógio D’água, 2004.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs. Volume 3. 2ª edição.

Tradução de Aurélio Guerra Neto, Ana Lúcia de Oliveira, Lúcia Cláudia Leão e Suely Rolnik. São Paulo: Editora 34, 2012.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs - Capitalismo e esquizofrenia. Volume 4. 1ª edição. Tradução de Suely Rolnik. São Paulo: Editora 34, 1997.

FERRACINI, Renato. Ensaios de atuação. São Paulo: Perspectiva: Fapesp, 2013.

FÉRAL, Josette. Além dos limites: teoria e prática do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2015.

__________. Encontros com Ariane Mnouchkine: erguendo um monumento ao efêmero. Tradução de Marcelo Gomes. São Paulo: Editora Senac São Paulo: Edições SESC SP, 2010.

LAPOUJADE, David. Potências do Tempo. São Paulo: n.1 edições, 2013.

__________. As existências mínimas. São Paulo: n.1 edições, 2017.

LE BRETON, David. Desaparecer de si - Uma tentação contemporânea. Tradução de Francisco Morás. Rio de Janeiro: Editora Vozes Ltda. 2018.

PAVIS, Patrice. Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.


Referências secundárias:


ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.

ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. Tradução de Teixeira Coelho. São Paulo: Editora Max Limonad Ltda, 1984.

BARBA, Eugenio & SAVARESE, Nicola. A arte secreta do ator. Dicionário de Antropologia Teatral. São Paulo: Hucitec, 1995.

BARBA, Eugenio. A canoa de papel: Tratado de Antropologia Teatral. Tradução de Patrícia Alves. São Paulo: Hucitec, 1994.

__________. Queimar a Casa: origens de um diretor. Tradução Patrícia Furtado de Mendonça. São Paulo: Perspectiva, 2010.

BARROS, Manuel de. Livro sobre nada. São Paulo: Alfaguara, 2016.

__________. Retrato do artista quando coisa. 3a. edição. Rio de Janeiro: Record, 2002.

BONFITTO, Matteo. Entre o ator e o performer. São Paulo: Perspectiva: Fapesp, 2013.

__________. A cinética do invisível: processos de atuação no teatro de Peter Brook. São Paulo: Perspectiva: Fapesp, 2009.

__________. O ator-compositor: as ações físicas como eixo: de Stanislavski a Barba. São Paulo: Perspectiva, 2011.

BORGES, Diego. Ator em cena - Notas sobre apropriações artísticas e pedagógicas a partir do trabalho de João Brites, o Teatro O Bando e o seu Sistema de Formação para os atores. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Brasília, 2016.

BRITES, João. et al. Teatro bando: Afectos e reflexos de um trajecto. 1ª edição. Palmela: Cooperativa de Produção Artística Teatro de Animação o bando, 2009. 230 231

BROOK, Peter. Avec Grotowski. Tradução de Celina Sodré e Raphael

Andrade. Brasília: Teatro Caleidoscópio e Editora Dulcina, 2011.

__________. Fios do tempo: memórias. Tradução de Carolina Araújo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.

__________. A porta aberta: reflexões sobre a interpretação e o teatro. Tradução Antônio Mercado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.

CASTRO, Rita de Almeida. Ser em cena, flor ao vento: etnografia de olhares híbridos. Brasília: Universidade de Brasília, 2012.

CURI, Alice Stefânia. Traços e devires de um corpo cênico. 1ª edição. Brasília: Dulcina, 2013.

CURI, Alice Stefânia; MELLO, Mônica; CASTRO, Rita de Almeida. Poéticas do corpo: instantes em cena. Brasília: Editora UnB, 2017.

DAMÁSIO, António. O sentimento de si – corpo, emoção e consciência. Lisboa: Temas e Debates – Círculo de Leitores, 2013.

DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Tradução de Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

E SILVA LEOPOLDO, Franklin. Henri Bergson: Tempo e Memória. Casa do Saber. Disponível em: https://www.youtube.com/

watch?v=kWS5Wnv0LEw. Acesso em novembro de 2018. 

FERREIRA, Amauri. Henri Bergson: Hábito e Memória - Áudio aula. A duração (H. Bergson) - Video- aula. Disponíveis em: https://www.amauriferreira.com/. Acesso em dezembro de 2018.

FLAZEN, Ludwik; POLLASTRELLI, Carla (orgs.). O teatro laboratório de Jerzy Grotowski 1959-1969. São Paulo: Perspectiva/ Sesc, 2007.

FERNANDES, Sílvia. Teatralidades contemporâneas. São Paulo: Perspectiva: 2010.

FO, Dario. Manual mínimo do ator. Organização de Franca Rame. Tradução de Lucas Baldovino e Carlos David Szlak. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 1998.

GALVÃO, Ana Cristina Filgueira. O corpo do ator contemporâneo – aproximações cartográficas das noções de corpo presentes no universo de atores brasilienses. Dissertação (Mestrado em Artes Cênicas) – Departamento de Artes Cênicas, Universidade de Brasília, 2005. 232 233

GREINER, Christine. Leituras do corpo no Japão. São Paulo: n -1edições, 2017.

GROS, Frédéric. Caminhar, uma filosofia. São Paulo: É realizações, 2010.

GROTOWSKI, Jerzy. Em busca de um teatro pobre. 4ª edição.

Tradução de Aldomar Conrado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 1992.

IZQUIERDO, Ivan. A arte de esquecer: cérebro, memória e esquecimento.  Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2004.

JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes, 2008.

__________. O homem e seus símbolos. Tradução de Maria Lúcia Pinho. 2ª edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1977.

KLETT, Renate. Robert Lepage: conversas sobre arte e método.

Tradução de Claudia Abeling. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2016.

KUSNET, Eugênio. Ator e método. 4ª edição. São Paulo: Hucitec, 1992.

LEONARDELLI, Patrícia. A memória como recriação do vivido. São Paulo: Hucitec: Fapesp, 2012.

LÉVY, Pierre. O que é virtual? Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Editora 34, 1998.

LEWIS, Robert. Método ou Loucura. Tradução de Bárbara Heliodora. Rio de Janeiro: Letras e Artes, 1962.

MCLYNN, Frank. Carl Gustav Jung: uma biografia. Tradução de Marcos Aarão Reis e Valéria Rodrigues. Rio de Janeiro: Record, 1998.

MOTA, Marcus. Hugo Rodas. Brasília: Editora ARP, 2010.

OIDA, Yoshi; MARSHALL, Lorna. Um ator errante. Tradução de

Marcelo Gomes. São Paulo: Beca Produções Culturais, 1999.

PELBART, Peter Pál. O tempo não reconciliado. São Paulo: Perspectiva, 2015.

PETRONÍLIO, Paulo; CAMARGO, Robson Corrêa de. Corpo, Estética, Diferenças – e outras performances nômades. São Paulo: Paulinas, 2016.

PRADO, Décio de Almeida. Peças, pessoas, personagens – o teatro brasileiro de Procópio Ferreira a Cacilda Becker. São Paulo: Companhia das letras, 1993.

PROUST, Marcel. Em busca do tempo perdido - No caminho de Swan. Tradução de Mário Quintana. São Paulo: Globo, 2006.

ROUBINE, Jean-Jacques. A linguagem da encenação teatral 1880- 1980. Rio de Janeiro: Zahar Editores S.A., 1982.

__________. A arte do ator. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1987.

ROLNIK, Suely. Cartografia Sentimental – Transformações contemporâneas do desejo. São Paulo: Estação Liberdade, 1989.

ROLNIK, Suely; GUATTARI, Félix. Micropolítica – Cartografias do desejo. Rio de Janeiro: Editora Vozes Ltda, 1986.

SAFATLE, Vladimir. O circuito dos afetos. Corpos políticos, desamparo e o fim do indivíduo. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2016.

STANISLAVSKI, A preparação do ator. Tradução de F. Pontes de Paula Lima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 1964. 234 235

__________. Manual do ator. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

__________. A construção da personagem. 2a. edição. Tradução de F. Pontes de Paula Lima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 1976.

__________. A criação de um papel. 13ª edição. Tradução de Pontes de Paula Lima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 2008.

__________. Minha vida na arte. 13ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 1993.

TAKEDA, Cristiane Layher. O cotidiano de uma lenda: cartas do Teatro de Arte de Moscou. São Paulo: Perspectiva: Fapesp, 2003.

TAVARES, Gonçalo M. Atlas do corpo e da imaginação, teoria, fragmentos e imagens. Alfragide, Portugal: Editorial Caminho, 2013.

VARLEY, Julia. Pedras d’água - bloco de notas de uma atriz do Odin Teatret. Brasília: Teatro Caleidoscópio. Dulcina Editora, 2010.

ZOURABICHVILE, François. Deleuze: Uma filosofia do acontecimento. São Paulo: Editora 34, 2016.


Tese 2. Rodrigo Fischer


FISCHER, Rodrigo Desider. Uma poética entre o cinema e o teatro: reflexões sobre a presença e a atuação cênica na obra de John Cassavetes. 2015. 212 f., il. Tese (Doutorado em Artes)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.


A - Forma de organização / Distribuição das partes:


A tese está organizada em 3 capítulos:


O capítulo 1 - Trajetórias e Experimentos: Contaminações cinematográficas no fazer teatral -  está dividido em duas partes, a primeira parte Esconderijos da verdade revisita a obra EUTRO desenvolvida no mestrado do ator e discute a noção de verdade cênica de Stanislavski, de multiplicidade de Pirandello e de potência de falso e devir vista em Deleuze, traçando diálogos com a atuação como um estado de devir. A segunda parte Experimentos entre o cinema e o teatro aponta modos de interferência cinematográfica no teatro, contextualizando historicamente suas interferências mútuas entremeando experimentos estéticos realizados no início do processo de doutoramento, bem como apresenta conceitos de Deleuze sobre o modo de expressão cinematográfico.


O capítulo 2 - Autonomia do ator e afeto no Processo Criativo de John Cassavetes - visa compreender como o cinema, sobretudo no que diz respeito ao processo de criação de John Cassavetes, investiga e consolida a materialidade do corpo de maneira afetiva do meio da imagem, para assim dialogar com o trabalho do ator no teatro. Discute a atuação no trabalho de Cassavetes e a influência do teatro nesse, reflete sobre experimentos cênicos relativos à criação e à montagem da trilogia teatral Three plays of love and hate, destacando parte da pesquisa em Nova Iorque. Tece sobre o afeto na obra de Cassavetes e sua importância para o trabalho do ator. Apresenta e analisa os conceitos de aura, experiência de choque e imagem dialética, na ótica de Walter Benjamin (1994 e 2006); afeto, de acordo com Felix Guatarri e Gilles Deleuze (1997); fotogenia, para Jacques Aumont (2004), Jean Epstein e Luis Delluc (Apud CHARNEY, 2004); instante, conforme Gotthold Ephraim Lessing (1998) e Roland Barthes (1986); corpo, segundo Deleuze (2006a) e Marilena Chauí (1995); tempo, na visão de Andrei Tarkovski (2010) e Deleuze (2006a), e gestus, na concepção de Bertolt Brecht (1978) e Deleuze (2006a). Leon Charney (2010) também traz contribuições importantes para o estudo com o conceito de instante no cinema pela perspectiva de Benjamin, Epstein e Heidegger. 


O capítulo 3 - O corpo do ator entre tensões e as possíveis produções de presença - realiza uma análise do espetáculo Misanthrofreak (2013), apresenta reflexões do entrelace entre o trabalho do ator no cinema e pressupostos do teatro contemporâneo que se relacionam à produção de presença por meio da materialidade do corpo, da imagem e dos objetos. Localiza as discussões sobre o corpo do ator na esfera do teatro performativo, a partir de Feral e Fischer-Lichte, discute conceitos e procedimentos a partir das experimentações para composição de Misanthrofreak (2013), a fim de contribuir para produção de presença no teatro. Avalia a tensão, o silêncio, a ambiguidade, a improvisação, a imagem e o gestus como elementos fundamentais para a produção de presença. Associa a produção de presença com a materialidade do corpo, da imagem e dos objetos, a partir de Gumbrecht



B - Metodologia


A metodologia adotada contempla a revisão de literaturas e análise bibliográfica sobre cinema, teatro, suas relações e aproximações, bem como dos textos sobre a obra de Cassavetes, sobre a produção de presença, sobre devir, materialidade, imagem, teatro performativo. A análise de processos criativos, obras cênicas do autor, é outro procedimento metodológico adotado. A pesquisa de campo em Nova Iorque situa-se como parte do procedimento metodológico, que se relaciona com o levantamento de referenciais teóricos para o desenvolvimento da tese. 


C - Análise da bibliografia


Tipos de referências:


74 livros

27 artigos

9 entrevistas

20 materiais audiovisuais


Idiomas:


12 referências em Inglês

2 referências em Espanhol


Capítulo 1 - Referências primárias - base para as discussões do capítulo


DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é filosofia. Rio de Janeiro: Ed 34, 1997. ________. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. São Paulo: Editora 34, 2006.

 ________. "Como criar para si um corpo sem órgãos". In Mil Platôs. Vol. 3. Tradução de Aurélio Guerra Neto et alli. São Paulo: Ed. 34, 2008. 

DELEUZE, Gilles. Cinema 2 - A imagem-tempo. Lisboa: Assírio & Alvin, 2006a. 

________. A imagem-movimento: Cinema 1. Lisboa: Assírio & Alvin, 2009

STANISLAVSKI, Constantin. A criação de um papel. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004. 

________. Manual do ator. São Paulo: Martins Fontes, 1997. 

________. A preparação do ator. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004a.

PIRANDELLO, Luigi. O falecido Mattia Pascal. São Paulo: Abril, 1972.

 ________. Seis personagens à procura de um autor. São Paulo: Abril, 1977. 

________. Um, nenhum e cem mil. São Paulo: Cosacnaif, 2010. 

________. Assim é se lhe parece. São Paulo: Tordesilhas, 2011.


Capítulo 2 - Autores sobre a obra de Cassavetes


JOUSSE, Thierry. John Cassavetes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.

CARNEY, Ray. Cassavetes on Cassavetes. New York: Faber and Faber, 2001. 205 

________. Shadows. London: British Film, 2003. 

KOUVAROS, George. Where does it happen? John Cassavetes and cinema at the breaking point. London: University of Minnesota Press, 2004.

VENTURA, Michael. Cassavetes Directs. London: Kamera Books, 2007. 

FINE, Marshall. Accidental Genius: How John Cassavetes invented the American Independent Film. New York: Miramax Books, 2005.

FINE, Marshall. Accidental Genius: How John Cassavetes invented the American Independent Film. New York: Miramax Books, 2005

DELEUZE, Gilles. Cinema 2 - A imagem-tempo. Lisboa: Assírio & Alvin, 2006a. 

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é filosofia. Rio de Janeiro: Ed 34, 1997. 

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1994.

 ________. Passagens. Tradução e coordenação: Willy Bolle. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado/ UFMG, 2006.

AUMONT, Jacques; MARIE, Michel. Dicionário teórico e critico de cinema. São Paulo: Papirus, 2003.

LESSING, Gotthold Ephraim. Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e da poesia. São Paulo: Iluminuras, 1998. 

BARTHES, Roland. El obvio y lo obtuso: Imágenes, gestos y voces. Barcelona: Paidós, 1986. ________. Aula. São Paulo: Cultrix, 2013.

BRECHT, Bertolt. Estudos sobre teatro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.

TARKOVSKI, Andrei. Esculpir o tempo. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

CHAUÍ, Marilena. Espinosa: uma filosofia da liberdade. São Paulo: Moderna, 1995.

CHARNEY, Leo. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac Naify, 2001.


Capítulo 3 - Referências que amparam a análise do espetáculo e os estudos sobre produção de presença


FÉRAL, JOSETTE. Por uma poética da performatividade: o teatro performativo. Revista Sala Preta, vol. 8, 2008, p. 197-210. Disponível em: Acesso em: 30 de agosto de 2012. 

________. Teatro performativo e pedagogia: Entrevista com Josette Feral. Revista Sala Preta, vol. 9, 2009, p. 255-267. Disponível em: < http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/57410 > Acesso em: 13 de janeiro de 2015

FISCHER-LICHTE, Erika. Appearing as Embodied Mind – defining a week, a strong and a radical concept of presence. In: Archaeologies of Presence: Art, performance and the persistence of being. (Org. GIANNACHI, Gabriela, KAYE, Nick e SHANKS, Michael). New York: Routledge, 2012. 206 

________. The Transformative Power of Performance: a new aesthetics. London, New York and Canada: Routledge, 2008.

LEPECKI, André. 9 variações sobre coisas e performance. UDESC: Revista Urdimento, 2012. Disponível em: < http://www.ceart.udesc.br/ppgt/urdimento/2012/Urdimento_19/nove_variacoes_sobre_coisas _e_performance.pdf > Acesso em: 12 de janeiro de 2015. 

BONFITTO, Matteo. A cinética do invisível. São Paulo: Perspectiva, 2009.

________. Entre o ator e o performer: alteridades, presenças, ambivalências. São Paulo: Perspectiva, 2013. 

FERRACINI, Renato. O corpo subjétil e as micropercepções um espaço tempo elementar. In MEDEIROS, M. B. et al. (Orgs.). Tempo e performance, Brasília, Editora da Pós Graduação em Arte da Universidade de Brasília, 2007. p. 11-120.

_______. Atuar. UNICAMP, 2013. Disponível em: http://www.portalabrace.org/vcongresso/textos/territorios/Renato%20Ferracini%20- %20Atuacao.pdf. Acesso em: 20 de maio de 2013. 

_______. o Trabalho de Ator e a Zona de Turbulência. Sala Preta. São Paulo: 2003. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/viewFile/57124/60112 

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Produção de Presença: o que o sentido não consegue transmitir. Rio de Janeiro: Ed PUC, 2010. 

DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Ed 34, 1998. ________. Diante da imagem. São Paulo: Ed 34, 2013. 







Tese 3. Yasmin Nogueira


Nogueira, Yasmin de Freitas. Memórias de corpo negro feminino: narrativas poéticas, ancestralidade e processos criativos. Tese (Doutorado - Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas) - Universidade Federal da Bahia, Escola de Teatro e Escola de Dança, Salvador-Bahia, 2019. 212 f. 


A - Forma de organização / Distribuição das partes:


A tese está organizada em 4 capítulos:


O capítulo 1 -  Eu, mulher negra! - contextualiza o local de fala da mulher negra no Brasil entremeando narrativas ensaísticas, poéticas da autora com o pensamento de outras mulheres negras e referenciais anticoloniais/decoloniais. Problematiza e questiona o racismo e o sexismo e busca a escuta das subalternizadas, valorando experiência, sabedoria e produção de mulheres negras, rompendo com o silenciamento imposto.

O capítulo 2 - Corpos Ancestrais - apresenta o fazer poético de mulheres negras mediado pela performance entre corpo e fotografias. São exibidos os processos de criação das obras Entrecorte (2017), Ajeún para ancestrais (2018),  Genealogias atlânticas (2018). Os processos estão entre a pesquisa, a práxis e as narrativas relativas à memória e história de mulheres negras entre Américas e Áfricas.

O capítulo 3 - Corpos sem cessão -  discute o acesso ao corpo da mulher negra, perpassando as diferenças ocasionadas pelo racismo e sexismo que historicamente sexualiza esses corpos. Apresenta os estereótipos discriminatórios, entre violência e passado escravagista. Apresenta e analisa os processos de criação da performance e intervenção urbana Boa Cabra (2018) e da performance Carta Branca (2017). 

O capítulo 4 - Corpos Abjetos - trata do genocídio da população negra, discute o processo de institucionalização do genocídio e das lógicas de ditar quem pode morrer e quem pode viver. Analisa o processo de criação artística da performance Giustizia, non Pietà (2019).



B - Metodologia


A proposta metodológica se dá por meio da práxis artística e sua articulação com as reflexões teóricas, explora as possibilidades de ficção para criações narrativas, fricciona os limites entre a história da autora e as de outras mulheres negras, um caminho para que tais vozes possam ressoar. O método autobiográfico se dá como uma ferramenta necessária no que concerne à compreensão do objeto de estudo, análise de seu próprio trabalho em processos criativos, em que a criação é investigada sob a perspectiva do processo, é observada a construção das obras durante o percurso criador, gerando uma compreensão maior do projeto, bem como de seus possíveis desdobramentos, com base nas pesquisas de Cecília Salles, no campo da crítica de processos. Acompanhou a autora no percurso de pesquisa um inseparável caderno de processo. Desenvolve uma escrita ensaística, considerando Adorno, Conceição Evaristo (escrevivência), Ana Maria Gonçalves e Grace Passô. Outras teceduras da pesquisa se dão por conversas/entrevistas informais, em propostas de convívio com outras artistas negras, na escuta das mais velhas, no diálogo com as mais novas, nas leituras e investigações históricas, na mesa de bar, por que não?! O diálogo, a troca, participação de outros indivíduos, normalmente desenvolvidas por meio da interação com outros membros de uma comunidade. 


C - Análise da bibliografia


Tipos de referências:


65 Livros

5 Teses

5 Dissertações

39 Artigos

10 sítios com reportagens/poesia

5 Anais de Congressos

2 Dossiês

2 Documentos do Estado

3 Músicas

17 Produções Artísticas


Idiomas:


2 textos em inglês


Capítulo 1 - Referenciais de pensamento de mulheres negras e outros teóricos incluindo alguns da Diáspora que apoiam a fundamentação do capítulo


KILOMBA, Grada. Plantation Memories: Episodes of Everyday Racism. Münster: Unrast, 2010. 

KILOMBA, Grada. Descolonizando o conhecimento: uma Palestra-Performance de Grada Kilomba. São Paulo: Goethe-Institut, 2016a. 

KILOMBA, Grada. The Mask. Cadernos de Literatura em Tradução, São Paulo, n. 16, 2016b. 

COLLINS, Patrícia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n. 01, 2016. Disponível em: . Acesso em: 20 jan. 2019. 

COLLINS, Patrícia Hill. Epistemologia feminista negra. In: COSTA, Joaze Bernardino; TORRES, Nelson Maldonado; GROSFOGUEL, Ramón (Orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2018. 

PASSÔ, Grace. Vaga Carne. Belo Horizonte: Javali, 2018. 

PATROCÍNIO, Stela do. Reino dos bichos e dos animais é o meu nome. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2001. 

EVARISTO, Conceição. Olhos D’água. Rio de Janeiro. Pallas, 2016. 

EVARISTO, Conceição. Becos da Memória. Rio de Janeiro: Pallas, 2017. 

CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. In: Ashoka Empreendedores Sociais; Takano Cidadania (Orgs.). Racismos Contemporâneos. Rio de Janeiro: Takano Editora, 2003. 

CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.

SILVA, Tomaz Tadeu da. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. SILVA, Tomaz Tadeu da; HALL, Stuart; WOODWARD, Kathryn. (Org.). 15. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.

RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Letramento. São Paulo, 2017

BRASIL, Érico Vital; SCHUMAHER Schuma. Mulheres negras do Brasil. São Paulo: SENAC; REDEH, 2006. 

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016. 

LORDE, Audre. Os usos da raiva: Mulheres respondendo ao racismo. 1981. Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2019. 

LORDE, Audre. Não Há Hierarquias de Opressão. In: Textos escolhidos de Audre Lorde. s/l: Herética Edições Lesbofeministas Independentes, 2009a. 

LORDE, Audre. A Transformação do Silêncio em Linguagem e Ação. In: Textos escolhidos de Audre Lorde. s/l: Herética Edições Lesbofeministas Independentes, 2009b. 

SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.

NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016. 


Capítulo 2 - Referenciais que amparam as análises tecidas entre estudos de processo criativo, estudos de fotografia e estudos sobre relações étnico-raciais e mulheres negras no Brasil


PIEDADE, Vilma. Dororidade. São Paulo: Nós, 2017

OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2014. 

SALLES, Cecília Almeida. Redes da Criação: Construção da obra de arte. São Paulo: Horizonte, 2006. 

RANGEL, Sônia. Processos de criação: atividades de fronteira. Revista Territórios e Fronteiras da Cena, São Paulo, v. 01, n. 03, 2006. 

CRUZ, Cíntia Tâmara Pinto da. Cabelos mágicos: Identidade e consumo de mulheres afrodescendentes no instituto beleza natural. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cachoeira-BA. 

HOOKS, Bell. Alisando o Nosso Cabelo. Revista Gazeta de Cuba – Unión de escritores y Artista de Cuba, 2005. Disponível em: . Acesso em: 10 fev. 2019

SANTOS, Renata Aparecida Felinto dos. Rapunzel, cabelos que tocam o céu: a arte contemporânea como tratamento artístico/cosmético/estético a partir das performances de Juliana dos Santos e de Priscila Rezende. Revista Estúdio, artistas sobre outras obras, Lisboa, v. 08, n. 20, 2017. 

BISPO, Alexandre Araújo; LOPES, Fabiana. Presenças: A performance negra como corpo político. O corpo negro invade espaços simbolicamente interditados. HARPER’S BAZAAR ART, São Paulo, abr. 2015. 

TIBURI, Márcia. Ofélia morta: do discurso à imagem. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 18, n. 2, 2010. Disponível em: . Acesso em: 21 jan. 2019. 

BRASIL, Érico Vital; SCHUMAHER Schuma. Mulheres negras do Brasil. São Paulo: SENAC; REDEH, 2006. 

RIBEIRO, Valécia. Imagens de si: processos poéticos entre o corpo do artista e sua própria imagem na mediação tecnológica. 2012. Tese (Doutorado em Artes Cênicas) - Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Universidade Federal da Bahia, Salvador-BA.

NOGUEIRA, Yasmin; ONISAJÉ, Fernanda Júlia. O corpo ancestral da atriz negra nas artes cênicas da cidade de Salvador. Cadernos do GIPE-CIT, Salvador, v. 22, n. 41, 2018. Disponível em: Acesso em: 28 mar. 2019. 

CARDIM, Mônica. Identidade branca e diferença negra: Alberto Henschel e a representação do negro no Brasil do século XIX. 2012. Dissertação (Mestrado em Artes) - Programa de PósGraduação Interunidades em Estética e História da Arte, Universidade de São Paulo, São Paulo. 

CARNEIRO, Maria Elizabeth Ribeiro. Fotografia e história, a existência e o vestígio remanescente: corpos negros de mulheres no ‘teatro de enunciados’ do Brasil oitocentista. Revista Transversos, Rio de Janeiro, v. 05, n. 05, 2015. Disponível em: . Acesso em: 20 mar. 2019. 

NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016. 


Capítulo 3 - Referenciais que apoiaram as análises tecidas entre estudos sobre estereótipos de representação de mulheres negras, mulheres negras nas artes cênicas e processos de criação.


NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016. 

BRASIL, Érico Vital; SCHUMAHER Schuma. Mulheres negras do Brasil. São Paulo: SENAC; REDEH, 2006. 

CARDIM, Mônica. Identidade branca e diferença negra: Alberto Henschel e a representação do negro no Brasil do século XIX. 2012. Dissertação (Mestrado em Artes) - Programa de PósGraduação Interunidades em Estética e História da Arte, Universidade de São Paulo, São Paulo. 

CARNEIRO, Maria Elizabeth Ribeiro. Procura-se “preta, com muito bom leite, prendada e carinhosa”: uma cartografia das amas-de-leite na sociedade carioca (1850-1888). 2006. Tese (Doutorado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Universidade de Brasília, Brasília-DF. 

SALLES, Cecília Almeida. Redes da Criação: Construção da obra de arte. São Paulo: Horizonte, 2006. 

SALLES, Cecília Almeida. Crítica Genética: fundamentos dos estudos genéticos sobre o processo de criação artística. São Paulo: EDUC, 2008.

PACHECO, Ana Cláudia Lemos. “Branca para casar, mulata para f...., negra para trabalhar”: escolhas afetivas e significados de solidão entre mulheres negras em Salvador, Bahia. 2008. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Universidade Estadual de Campinas, Campinas-SP. 

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GOMES, Mariana Selister. A (des)(re)construção do Brasil como um Paraíso de Mulatas. Revista Eletrônica de Turismo Cultural, São Paulo, v. 04, n. 02, 2010.

SANTANA, Mônica. A performance de criadoras negras e o corpo como discurso. Cadernos do GIPE-CIT, Salvador, v. 21, n. 39, 2017.


Capítulo 4 - Referenciais que apoiam as reflexões tecidas estão entre os estudos sobre Genocídio, Gênero e Sexualidade, Artes do vídeo, Arte contemporânea.


BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

SANTOS, Matheus Araújo dos. Abjeto em disputa: dissidências ou não entre Bataille, Kristeva e Butler. In: COLLING, Leandro; THÜRLER, Djalma (Orgs.). Estudos e política do CUS - Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade. Salvador: EDUFBA, 2013

NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016. 

MBEMBE, Achille. Necropolítica. Arte & Ensaios, Rio de Janeiro, n. 32, 2016.

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SOARES, Elza. A carne. São Paulo: Maianga Discos, 2002 (04:19 min). 

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SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.

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