CAÍSA TIBÚRCIO - AUTOAPRESENTAÇÃO
Caísa Tibúrcio
e-mail: caisatiburcio@gmail.com
Telefone: 61 981379844
Instagram: @caisatiburcio @criadouros
Facebook: https://www.facebook.com/casuloteatro
Eu sou brasiliense e posso
dizer que minha formação artística aconteceu principalmente trabalhando e estudando
em Brasília. Atuo como atriz, palhaça, diretora e produtora em coletivos e em trabalhos
solos. Sou mestra em artes cênicas (2017) e bacharel em artes cênicas (2005) pela
UnB.
Sempre tive a prática musical presenta
na meus estudos e na minha formação como artista e por isso o meu trabalho no teatro
é muito atrelado a investigação da musicalidade e da exploração de diferentes
instrumentos musicais na cena. Estudei canto, acordeon na Escola de Música de Brasília,
flauta transversal, pandeiro e percussão no Escola de Choro Raphael Rabello.
Meu primeiro trabalho teatral
foi a direção do espetáculo “Presépio de Hilaridades Humanas” - uma adaptação
da obra “A Pena e Lei” de Ariano Suassuna. O espetáculo foi criado a partir de um
exercício da disciplina de Encenação no curso de graduação da UnB (2001). Com
esse espetáculo rodados muitos estados do Brasil pelo projeto Palco Giratório
em 2004 e tivemos a alegria de apresentar para Ariano Suassuna em Caruaru. Circulamos
com uma equipe de 30 pessoas (atores, músicos, técnicos, pirotécnicos e
produção) era um grupo enorme viajando... coisa que ultimamente não vemos mais acontecer...
dá saudade!
Meu
interesse em aprofundar a pesquisa em arte começou no PIBIC, na graduação, com
a pesquisa “O corpo cênico entre os Karajás” (2006-2008). Essa pesquisa desembocou
no projeto que criei junto com os Karajás da Ilha do Bananal/ TO, chamado:
“Revitalização da arte de confecção de canoa, cestaria, cerâmica e indumentária
ritual do povo Karajá/ Inÿ”, patrocinado pela Petrobrás em 2005.
Tenho dois filhos e posso dizer que eles
demandam grande parte da minha energia criativa.
Integrei por 4 anos o grupo de teatro
de rua “Esquadrão da Vida”, um grupo que tem mais de 30 anos e foi fundado pelo
mestre Ary Para-Raios, que faleceu em 2003. Também Integrei, por dois anos, a “Cia
Burlesca”, grupo que atua fortemente com teatro político. Trabalhei com outros
diretores da cidade como João Antônio, Luciana Martuchelli, Hugo Rodas, fiz algumas
coisas no cinema, back vocal em grupo de samba, rodas de choro, produção
musical, saídas de palhaças, cabarés e por ai vai...
Atualmente,
faço parte de um Coletivo teatral chamado CRIADOUROS e temos no repertório dois
espetáculos. O primeiro foi o “Achadouros – Teatro para bebês” que tem a direção
de José Regino. A minha pesquisa no mestrado foi uma análise desse processo
criativo e da musicalidade criada por nós. A dissertação chama-se: “Ressonância:
silêncio, ruído e canção na dramaturgia musical de Achadouros”. (link: https://www.achadouros.com/pesquisa).
Com esse espetáculo nós recebemos o Prêmio de melhor espetáculo infantil no
Prêmio SESC Brasília 2015 e já circulação em diversas creches no DF, SESC do
Brasil, Festivais dedicados a primeira infância e fizemos temporadas em outros
estados. (site: https://www.achadouros.com)
O outro espetáculo
do Coletivo é o “CRIA” que tem direção de Ana Flávia Garcia, com o qual apresentamos em
diversas escolas e Festivais e recebemos os prêmios Sesc de 2018 (Melhor
Cenografia, melhor dramaturgia, melhor iluminação). Sobre a musicalidade criada
nesse espetáculo escrevi o artigo “ Ressonância em Cria” https://www.espetaculocria.com/pesquisa
e publicada na revista “Dramaturgias” (n°: 05/2017). (site: https://www.espetaculocria.com).
Tenho um núcleo de trabalho, o Casulo Teatro, em que
desenvolvo minhas pesquisa e espetáculos solos. Iniciei com o espetáculo
infantil “Sementes” criado em 2015 e com o qual circulei em diversos Festivais
no Brasil e em Portugal. Em 2019 montei “Enlurada: uma epopeia sertaneja” em que
exploro mais a relação da dramaturgia com a musicalidade. (site:
https://www.casuloteatro.com). Esse
espetáculo começou em uma disciplina cursada no mestrado, de metodologia de
pesquisa ministrada também pelo Marcus Motta em 2015. Depois de 4 anos
revisitei esse material e montei com a direção cênica de Denis Camargo e a
importante orientação na pesquisa de teatro de objetos da Sandra Vargas (Grupo
Sobrevento/SP). Por meio desse espetáculo fiz uma circulação em Portugal no início
2020 e comecei um intercâmbio com o grupo português “UmColetivo” sobre a obra “O
Silêncio”, um romance de Ruben A. Agora, provavelmente, o resultado desse
intercâmbio será a criação de vídeos.
Minha
pesquisa no doutorado será sobre o processo criativo do espetáculo solo de rua,
chamado ‘A Concertista’ em que explora as possibilidades cênicas e musicais de
uma bicicleta gigante que se transforma em uma marimba. O título provisório é: “A
musicalidade como eixo para processo criativo cênico” e a pesquisa se concentra
na investigação da relação entre som e imagem principalmente nas figuras dos
palhaços cantores e excêntricos musicais. Nesse link mostro um pouco sobre
projeto de construção e pesquisa da bicicleta: https://youtu.be/xg1jLm_zHHE

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